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Advogado, graduado pela PUC-RS. Flamenguista doente, carioca de Porto Alegre, Balneário Pinhal no coração.

Reinaldo Azevedo: outro jornalista vítima de um Estado Policial.

Reinaldo Azevedo - (Foto: Reprodução/Youtube)

Reinaldo Azevedo – (Foto: Reprodução/Youtube)

O jornalista Reinaldo Azevedo, aquele da Veja, teve um conversa sua com a Andréa Neves, irmã do Aécio, na qualidade de “fonte jornalística”, vazada através de um dos inquérito da Lava-Jato, sem ter cometido qualquer ilícito nas conversas. Ainda assim, o conteúdo foi divulgado, violando frontalmente o sigilo da fonte previsto no Art. 5º, XIV da CF.

 
Reinaldo Azevedo este no qual não nutro qualquer simpatia, por conta de seus posicionamentos reacionários, mas quando Garantias Constitucionais são violadas e que são pilares básicos de qualquer democracia, como o sigilo da fonte, irmã siamesa da liberdade de informação, percebe-se que estamos caminhando a passos largos para um Estado de Exceção.
 
Lembrando que este jornalista, ainda que seus interesses não sejam os mais claros, passou a atacar as gritantes violações constitucionais cometidas pela Operação Lava-Jato, em especial a atuação da “República de Curitiba”, tendo sido abatido em “pleno voo” com o seu pedido de demissão da própria Veja.
Essa divulgação da conversa, ao meu ver, que trás uma mensagem claríssima: se você é jornalista, não critique a conduta de policiais, Procuradores e Juízes da Lava-Jato.
 
Já foi assim com o Eduardo Guimarães e agora acontece o mesmo com o Reinaldo Azevedo.
 

Um na Esquerda. Outro na Direita.

As violações as liberdades individuais e garantias constitucionais se amontoam, sem qualquer contestação por parte da mídia hegemônica.

Como disse, não simpatizo com a visão jornalística do Reinado Azevedo, mas não é possível bater palmas para a arbitrariedade só porque ele é meu “inimigo”.

 

Já dizia Brecht, no Intertexto:

Primeiro levaram os negros

Mas não me importei com isso
Eu não era negro
Em seguida levaram alguns operários
Mas não me importei com isso
Eu também não era operário
Depois prenderam os miseráveis
Mas não me importei com isso
Porque eu não sou miserável
Depois agarraram uns desempregados
Mas como tenho meu emprego
Também não me importei
Agora estão me levando
Mas já é tarde.
Como eu não me importei com ninguém
Ninguém se importa comigo.
Tempos sombrios em Pindorama…

Marcel Van Hattem: “Aécio Neves está mitando, mitando, mitando”.

Marcel Van Hattem na posse de Temer. (Foto Diego Vara - Agência RBS)

Marcel Van Hattem na posse de Temer. (Foto Diego Vara – Agência RBS)

Marcel Van Hattem (PP-RS), um dos ícones da nova direita gaúcha, que grita enlouquecidamente contra a corrupção, mas é filiado a um dos partidos mais enrolados em corrupção no Brasil, perdeu o controle ontem em suas redes sociais, após o flagra contra seus amigos Aécio e Temer.

Ficou com as calças na mão por ser um dos papagaios de pirata da posse do golpista Temer e militante ativo da campanha do Aécio. Mas é tudo culpa do PT, é claro…

Agora, pra ficar bem com seus seguidores, joga os amiguinhos na fogueira.

A corrupção é do Temer e do Aécio. Do PSDB e do PMDB. Mas suas postagens só falam mal do PT. Sua plataforma é falar mal do PT.

Suas últimas postagens então, parece que o Temer é filiado ao PT.

“Não se pode sequer dar ouvidos a petista. Ignorar solenemente a crítica hipócrita de petista não é sugestão: é obrigação. E, se não ignorar, deve se contra-atacar os imorais com argumentos morais e certeiros. São aéticos, são sujos. São o que há de pior no esgoto político nacional.

“Definição máxima de sem-vergonhice: petista querendo dar lição de moral.”

“Defendo a renúncia de Temer porque demonstra que o esquema criminoso de Dilma e do PT continuou com o vice eleito na chapa, Michel Temer.”

“Como é bom não ter bandido de estimação! Lula, Dilma, Temer, Aécio… fora TODOS! ”
“É tão bom não ter bandido de estimação! Enquanto petista comemora só agora – e assim que for a vez de Lula ou Dilma de novo vão dizer que é tudo armação, que é “golpe” dazelite”

https://www.facebook.com/marcel11022/ 

Mas a cereja do bolo vem com o Aécio, lá nos idos da eleição de 2014, com esse print maravilhoso com a empolgação do Marcel com a candidatura anticorrupção do das Neves….

Aécio MitandoAécio Neves está mitando, mitando, mitando. Qual a fórmula? Dizer o óbvio. Por exemplo? Para acabar com a corrupção é preciso tirar o PT do poder. Bingo!

Confesso amigos. Eu ri.

Como diz o velho ditado: a língua é o chicote da bunda!!!

Eleições Indiretas: a esquerda deveria apoiar FHC – Thales Bouchaton

Lula e FHC - (Foto: Ricardo Stuckert)

Lula e FHC – (Foto: Ricardo Stuckert)

Lula e FHCNão sou fã do Fernando Henrique Cardoso, acho que o seu governo foi um desastre completo para as camadas mais baixas da população brasileira, para os trabalhadores e para a economia brasileira em geral.

FHC quis aplicar as medidas neoliberais na economia brasileira, algo que o Ciro Gomes definiu muito bem como “maluquice ideológica vendida como ciência” e quebrou o

No processo de impeachment da Dilma, deu discursos lamentáveis favoráveis ao golpe, ainda que não tenha sido tão asqueroso como os seus demais colegas de partido.
FHC, depois de largar a presidência, começou a se destacar como um dos expoentes no combate a descriminalização das drogas, trazendo destaque para no causa no país.

Recentemente, logo após a  escreveu um artigo no Estadão, onde afirmou que cabe ao PSDB se opor as “ondas reacionárias” no Brasil e na Europa.

http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,reflexoes-amargas,10000086674

Também escreveu um artigo para o Jornal El País, em agosto de 2016, afirmando que “é preciso entender que a agenda do atraso, preconizada por setores fundamentalistas, que se opõem aos direitos sociais e às políticas de identidade (de gênero, cor, comportamento sexual etc.) e equalizadoras (as cotas, as bolsas e etc.) é tão perniciosa quanto a paixão pela hegemonia voluntarista.

http://brasil.elpais.com/brasil/2016/08/07/opinion/1470577438_006713.html

Ou seja, apesar dos pesares, FHC ainda possui, pelo menos no discurso, um viés progressista, de diálogo, onde penso ser ele capaz de ter o discernimento de que um governo eleito de maneira indireta não possui legitimidade para propor reformas como a trabalhista e a da previdência, como estava propondo o quase ex-presidente Temer.

Ressalto que adoraria uma eleição direta. Penso que só uma eleição direta para tentar realocar o Brasil nos trilhos da democracia, mas fatalmente isso não será possível.

Também não será possível a eleição de um nome da esquerda, como a do Presidente Lula.

É notório no Congresso Nacional, que será responsável pela escolha do novo presidente, que jamais irá escolher alguém da esquerda, muito menos o Lula. Então, cabe a esquerda nesse momento não ser sectária, ser racional, e pensar em apoiar um nome de centro, racional, que tenha condições políticas de acalmar um pouco a situação e fazer um governo de transição e penso eu que, nesse momento, dada a conjuntura da eleição indireta, Fernando Henrique Cardoso é o melhor nome (ou menos pior) para levar o país até 2018.

Me julguem.

 

O fetiche bolsominion pela violência – Thales Bouchaton

Goiânia

Violência Policial em manifestação ocorrida na greve geral do último dia 28/04 – Foto reprodução da internet.

Na visão dos bolsominions, a solução do mundo virá apenas da porrada. É patético.

Tá ruim pra você? Dá porrada em alguém que passa.

Dá porrada no velho, no negro, no LGBT, no índio, no petista, é só dar porrada que passa.

Para administrar a nação? Ora, militares. Se não der certo, eles vão dar porrada em alguém e tudo vai passar.

É uma lógica que remonta ao tempo em que o ser humano ainda não andava ereto e isso é bem assustador.

É uma subdivisão hardcore da ignorância política, temperada com uma provável infância de abuso e repressão familiares em níveis alarmantes, com pitadas generosas de ignorância e maldade. Não pode acabar bem.

É a MMAtização da vida em sociedade. Não dá pra ficar mais boçal que isso.

*Texto não é de minha autoria, mas será dado o crédito ao autor, se devidamente identificado.

Nota de resposta ao blog da Chapa 3 do DCE da PUC/RS

2012.11.14 - Porto Alegre/RS/Brasil - Locais de votação para o DCE da PUC-RS. Foto: Ramiro Furquim/Sul21.com.br

2012.11.14 – Porto Alegre/RS/Brasil – Locais de votação para o DCE da PUC-RS. Foto: Ramiro Furquim/Sul21.com.br

A estudante Viviane Alves Menengussi encaminhou e-mail, solicitando Direito de Resposta, em nome da Chapa 3 que concorre ao DCE da PUC/RS, nas eleições de 2017, o que é prontamente concedido, como é de praxe deste blog, ressaltando que as opiniões aqui publicadas nessa postagem não refletem a opinião do autor.

 

NOTA DE ESCLARECIMENTO ÀS/AOS ESTUDANTES DA PUCRS

A Chapa 3 – Mãos Dadas, vem por meio desta manifestar a insatisfação e indignação com o andamento do pleito eleitoral do DCE deste ano, bem como esclarecer os fatos sobre a decisão judicial que adiou a eleição por um dia.
Primeiro é preciso dizer que diuturnamente, as chapas 1 – “Mais vale o que será” e 2 – “Eclipse” atacam nossas companheiras e nossos companheiros física e psicologicamente, ao invés de estabelecerem o diálogo com as/os estudantes para disputarem seus projetos e seus ideais políticos para o movimento estudantil.
Ontem, segunda-feira, não foi diferente. As duas chapas citadas SE APROVEITARAM da mudança de data da eleição pela Justiça, para nos perseguir pelo campus, distorcendo a verdade dos fatos, roubando nossas faixas e atacando psicologicamente as/os colegas com câmeras de celular, megafones, encurralando-as e impedindo a livre circulação que nós, estudantes da universidade, temos assegurado. NADA DE NOVO. Desde o início da campanha é assim que tem sido.
Em contrapartida, a Comissão Eleitoral finge que não vê nada disso. Alinhada aos interesses da Reitoria da Universidade, posiciona-se de maneira evasiva, completamente parcial aos interesses da PUCRS, fazendo vista grossa aos crimes eleitorais, ferindo o Estatuto do DCE e a autonomia do movimento estudantil garantida pela Lei do Grêmio Livre (Lei nº 7.398/85).
Segundo, é importante esclarecer que as urnas não foram abertas ontem por decisão judicial porque conforme consta no Estatuto do DCE, a Assembleia Geral de Estudantes, por ser soberana, é a única capaz de estabelecer as datas do período eleitoral, NÃO PODENDO a Comissão Eleitoral, mudar a data a revelia das instâncias previstas estatuariamente. Soma-se a isso o fato de a Chapa 2 – Eclipse, num ato de má-fé, roubou nossas faixas durante a semana, não devolveram, e até agora não foi penalizada da forma devida.
Por isso, nosso grito é de denúncia. Nosso grito é de inconformidade e de disposição para lutar. Lutar por um DCE combativo, transparente, democrático, participativo e comprometido com os interesses e demandas das/dos estudantes.
Acreditamos que a pergunta que precisa ser feita por você, estudante, é: O QUE EU QUERO PARA O DCE?
Se você é contra um movimento estudantil que faz uso de discurso de perseguição política, apartidarismo cego, homogeneidade de pensamento, nada propositivo, construído em cima de calúnias e não de propostas, NÃO vote na Chapa 1. Se você é contra um movimento estudantil onde nossas conquistas históricas sejam entregues a empresa e a grupos político-partidários com interesses contrários aos interesses da classe trabalhadora, das mulheres, dos negros e negras, das/dos Prounistas, bolsistas, LGBTTs, etc., que usam os recursos vindos do nosso bolso para financiar suas demandas individuais e privadas, que desviam mais de R$ 100.000,00 da UEE/RS e que se apoiam no suposto apartidarismo para esconder o PSDB, o PSL, o MEIO, o MBL e outros grupos que dão o suporte político e econômico para vender nossos direitos, então NÃO vote na Chapa 2.
Agora, se você acredita que um movimento estudantil se constrói com propostas, que a participação, a democracia, a assistência e permanência se constroem dentro e fora da universidade, com propostas claras, com ampla participação de grupos de diferentes posicionamentos, de estudantes comprometidos em construir com as/os estudantes, garantindo Orçamento Participativo, Tri gratuito, Centro de Referência do DCE, combate à terceirização do Estacionamento e do R.U., defesa das bolsas científicas, defesa das licenciaturas, apoio, incentivo e realização de atividades culturais e desportivas, sua alternativa é a Chapa 3 – MÃOS DADAS.
Queremos uma campanha de propostas, não de ataques. Queremos a garantia de que a soberania, autonomia e regimento do movimento estudantil da PUCRS sejam respeitados por todas/os as/os envolvidos. Não deixem que as sombras de um eclipse escureçam a verdade. Não deixem que os ataques daquilo que será e nunca foi sufoquem a tua voz e a tua força. Venha, de MÃOS DADAS, lutar pelo DCE, pelo movimento estudantil, pela DEMOCRACIA, por todas/todos!!!

Eleições do DCE da PUC/RS: PSOL, PT e PCR fizeram uma patuscada desnecessária

ATA DCE

Ata da reunião realizada no dia 27/03/2017.

Como não poderia deixar de ser, mais uma vez as eleições para o DCE da PUC/RS começaram recheadas de polêmicas.

Sem nenhuma justificativa de maior relevância, a Chapa 3, que é representada por membros do PSOL, PT e do PCR, ingressaram como ação na justiça pra impedir as eleições que ocorreriam no dia de hoje e de amanhã (10 e 11), conforme acordado por todas as chapas, mas que estava anteriormente agendadas para os dias 11 e 12, de acordo com o previamente estabelecido na Assembléia Geral da entidade em 17/11/2016.

Vislumbrando uma maior lisura do pleito, algumas das chapas requisitaram a instalação de urnas eletrônicas para a realização das eleições deste ano, o que foi atendido pelo TRE, sendo que o Tribunal informou que poderia disponibilizar apenas nos dias 10 e 11 de abril.

No dia 27/03/2017, foi feita uma reunião extraordinária onde todas as chapas concordaram em antecipar a eleição em UM DIA para que pudesse ser feita a eleição com urnas eletrônicas e não com cédulas de papel, inclusive com a assinatura e concordância de um dos representantes da Chapa 3 autores da ação judicial.

Na data de hoje, as vésperas da eleição, membros da Chapa 3 ingressaram com medida cautelar requerendo a suspensão das eleições e a realização das eleições no dia 11 e 12/04, com cédulas de papel, obtendo provimento judicial para tal ato.

A mim, causa estranheza alguns pontos nessa história.

Qual a necessidade de se ingressar com uma ação judicial, NO DIA ELEIÇÃO, para evitar o USO DA URNA ELETRÔNICA?

Qual o motivo pelo qual os membros da CHAPA 3 deixaram para ingressar com a presente ação somente NO DIA DA ELEIÇÃO, sendo que tiveram mais de 10 dias para isso?

Como uma pessoa que assina um documento se dizendo favorável a determinada situação, ingressa na justiça para derrubar aquilo que ela mesmo concordou anteriormente?

Absolutamente desproporcional e extemporânea essa atitude.

De uma eleição que poderia ser histórica pela lisura, pela quase impossibilidade de se fraudar um voto de urna eletrônica, ainda mais de uma eleição de DCE, para as sempre suspeitas cédulas de papel, que são campeãs de fraudes e ilações maliciosas em qualquer eleição.

Absolutamente lamentável.

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Vejamos a decisão liminar 

Vistos. Trata-se de Pedido de Liminar em Ação de Obrigação de Não Fazer, ajuizada por estudantes da PUCRS, devidamente qualificados, em face do Diretório Central de Estudantes da PUCRS. Afirmam e comprovam que foi objeto de AG realizada em data de 17/11/2016, a data da eleição para aquele diretório, bem como a eleição dos membros da Comissão Eleitoral. Em data de 31/03/2017 as datas foram alteradas e a votação transferida para o dia de hoje e amanhã (10 e 11), quando em AG ficou definida data de 11 e 12/04. A transferência, segundo relatado e consta da explicação publicada, deve-se ao fato de o TRE não poder emprestar urnas eletrônicas nos dias 11 e 12/04. Breve relato. Decido. Tem razão os autores. A AG, segundo , Estatuto Social juntado, é soberana e é sua atribuição, conforme disposto no artigo 14, inciso IV, ¿Escolher a Comissão Eleitoral e datas eleitorais, respeitadas as diretrizes estatutárias. Dispõe, ainda, o parágrafo segundo do artigo 34 do mesmo estatuto, que ¿Não havendo a disponibilização de urna eletrônica pelos órgãos oficiais, serão utilizados os meios tradicionais de votação.¿ No caso em tela, no dia 12/04, feriado na Justiça Federal, não haveria possibilidade de empréstimo e uso de urna eletrônica; entretanto, esse fato, por si só, não é impeditivo para a realização das eleições nas datas prevista em Assembleia Geral, pois o próprio estatuto apresenta a solução. Diante disso DEFIRO o pedido, forma liminar, e determino a SUSPENSÂO do início do processo eleitoral 2017 do DCE/PUCRS, definido forma unilateral, pela Comissão Eleitoral, para o dia de hoje, devendo ser respeitadas as datas definidas em AG, na forma do previsto no § 2° do art. 34 do Estatuto Social. Expeça-se mandado. Após distribua-se.

Processo 001/1.17.0039833-5

Deixem o Bolsonaro falar.

Bolsonaro e Cosplay do Hitler

Sou terminantemente contra a censura prévia. Se alguém extrapolar do seu direito à liberdade de expressão, que seja punido com os rigores da lei, e olhe lá, pois acho extremamente chato essa história de sair processando tudo e todos por qualquer coisa que seja dita, por mais absurda que possa parecer.

Bolsonaro, que se lança candidato à Presidência, é um caso clássico de verborragia no qual a esquerda se indigna completamente, e com razão, por seus comentários racistas, misóginos, homofóbicos, etc., etc., etc.
Eu me senti extremamente incomodado com o fato de um clube JUDAICO receber um cidadão que destila discursos xenofóbicos contra determinados grupos étnicos e ser aplaudido ao mencionar que “quilombolas pesam em arrobas, como gado, e que “não servem para nada”.

Não duvido que Hitler tenha algum discurso com fala semelhante sobre os judeus.

Mas antes de tentar calar o “mito”, deixem ele falar. Vai morrer pela boca.

As intenções de voto do Bolsonaro, nas pesquisas mais recentes, e o que ele efetivamente fará nas urnas, acredito que ficará entre 10% e 15% dos votos, e está dentro do espectro natural que a ultradireita sempre teve.

Esses votos, historicamente, estavam escondidos no PSDB, mas com a direita fascista e estridente saindo do armário e perdendo a vergonha na cara,  o maior prejudicado nessa história não é o PT e nem a esquerda. É o PSDB.

Explico.

Baseado nas atuais pesquisas e em projeções, Lula sendo candidato, naturalmente, a esquerda irá arrancar com seus, 35%, 40% dos votos.

Ciro Gomes, que já declara ser candidato mesmo com Lula, deve ficar na casa de ¨6%.

Luciana Genro e demais nanicos de esquerda em torno de 2%.

Então, dentro desse cenário, a esquerda, centro-esquerda teria, numa análise grosseira, em torno de 43 a 48% dos votos no 1º turno.

Marina, ao centro, deverá manter os seus 20% da eleição anterior.

O PSB deverá lançar Beto Albuquerque ou até mesmo o Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que pode vir a sair do PSDB caso encontre dificuldades em sua candidatura em seu atual partido.

Já a direita terá um amontoado de candidatos e é aí que o Bolsonaro pode fazer com que todos morram abraçados.

Roberto Justus já se lançou candidato.

O dono da Riachuelo, Flávio Rocha, também já se lançou candidato.

O Senador Ronaldo Caiado, do DEM, já declarou querer ser candidato.

O PSDB está entre Alckmin e o campeão do marketing, João Dória, que se acabar sendo candidato à presidência, vai fragmentar ainda mais o cenário na direita e poderá forçar um panorama ainda mais dramático em que todos acabem morrendo abraçados.

E ele, o “mito”, que provavelmente vai manter os seus 10/15%, podendo fazer um strike no PSDB e na direita.

O pior dos mundos, para o PSDB, é um cenário com as candidaturas do Bolsonaro, Alckmin, Dória, Justus, Caiado e Flávio Rocha, presidente da Riachuelo, sendo que seu candidato deverá fazer a metade dos votos de uma fatia do eleitorado no qual praticamente grande parte já está comprometida e é fiel ao Bolsonaro e a outra metade terá que ser disputada a tapa com postulantes de poderio econômico, o que poderá fragmentar e devastar o campo da direita, abrindo caminho para um segundo turno entre Lula x Marina ou, até mesmo, uma vitória do Lula no 1º turno.

Diante disso, não duvido que a própria mídia comece a explodir a candidatura do Bolsonaro logo logo. Anotem.

Evidentemente que tudo depende da “República de Curitiba” não condenar o Lula. Se absolver, não precisa nem de eleição.

Mas até lá tem muita água para rolar. Cenários podem mudar, candidatura podem aparecer, desaparecer e por aí vai.

Camaradas: combatam o Bolsonaro, os Bolsominions, os fascistas, mas fiquem tranquilos que a candidatura desse daí será uma benção para a esquerda. Não descuidem, só o mantenham sobre controle, que tenho certeza que ele mesmo se mata pela boca e ficará restrito ao seu círculo de viúvas da ditadura que fazem barulho, mas só ficam no barulho mesmo.

A “Medalha do Mérito Farroupilha”: Uma falsa polêmica em torno do Jean Wyllys

Discurso do Deputado na cerimônia da entrega da medalha.

Discurso do Deputado na cerimônia da entrega da medalha.

“Racismo preconceito e discriminação em geral, é uma burrice coletiva sem explicação”, já dizia Gabriel O Pensador, em seu hit Lavagem Cerebral, no início da década de 90. Quase 30 anos se passaram, mas a letra continua atual.

E é justamente isso que ocorre em relação ao ódio contra o Jean Wyllys: uma burrice coletiva sem explicação!

Dito isso, vale recapitular a trajetória do parlamentar do Psol, na vida pública. De BBB a Deputado Federal e de como esse preconceito o acompanha durante essa sua trajetória.

Na edição de 2005 do Big Brother Brasil, a Rede Globo de Televisão colocou um homossexual assumido no programa, o até então desconhecido Jean, que acabou vencendo o programa com todos os méritos. Mas ali, onde Jean começou sua “vida pública”, foi também o local em preconceito correu solto contra ele, por um grupo de participantes do programa.

Em razão disso, até acho que serviu para romper um pouquinho com o preconceito contra os gays, que acabaram se solidarizando com ele. Tanto que foi o vencedor. Ponto para o Jean.

Eu que não assisto BBB (não por qualquer tipo de valoração moral ou algo do gênero), lembro que torci como nunca para Jean vencer uma das provas do líder e mandar para o “paredão” um outro participante, que lhe perseguia nitidamente pelo fato de ser gay por pura homofobia.

Mas, por incrível que possa parecer, foi em um BBB que comecei a me dar conta do preconceito que os homossexuais sofriam em razão do que acontecia com o Jean naquela casa, em certo momento do programa.

Passaram-se os anos e Jean, ex-BBB, vira Jean Wyllys, um Deputado Federal eleito pelo Rio de Janeiro. O primeiro Deputado assumidamente homossexual do país, apesar de acreditar não ser nem de longe o primeiro gay, de fato, na história do parlamento.

A partir desse momento começa o festival de calúnias e difamações.

Jean Wyllys, ao lado da Deputada Federal Maria do Rosário são, sem sombra de dúvidas, as duas pessoas mais atacadas pelos ignorantes nas mídias sociais, sendo na sua totalidade por notícias mentirosas nas quais uma massa de ignorantes acaba acreditando.

E foi nesse contexto que a maior falsa polêmica dos últimos tempos acabou acontecendo no Rio Grande do Sul, nas últimas semanas.

No dia 28 de março de 2017, a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, através de proposição da Deputada Estadual Manuela D’ávila, concedeu a Medalha do Mérito Farroupilha do Jean Wyllys, o que originou uma revolta de parlamentares de oposição ao partido da Manuela e do Jean, que questionaram o que o parlamentar do Psol teria feito pelo Rio Grande do Sul para merecer tal prêmio.

Só o fato de ter ocorrido essa polêmica toda, com ampla divulgação da imprensa local, já demonstra como o problema da homofobia é latente e precisa ser combatido.

Anteriormente, essa mesma Medalha do Mérito Farroupilha foi entregue ao Pastor Valdomiro Santiago, da Igreja Mundial, ao Bispo RR Soares e até para a Ana Maria Braga, não gerando qualquer tipo de repercussão negativa, seja entre os parlamentares, seja entre os veículos de comunicação da imprensa gaúcha.

Afinal, o que será que a Ana Maria Braga e seu Louro José fizeram pelo Rio Grande do Sul?

O Deputado Estadual Marcel Van Hatten (PP-RS), em entrevista ao Jornal Zero Hora, destilou todo o seu preconceito chegando a dizer que estava “aguardando para ver se realmente o deputado Jean Wyllys vai receber a medalha”, porque achava “um constrangimento entregar para outra pessoa depois que o Wyllys receber.

Um advogado chegou a ingressar, em causa própria, com uma Ação Popular para evitar que a Deputada Manuela entregasse a tal da medalha para o Jean Wyllys, que felizmente teve o pedido liminar rejeitado pelo Judiciário Gaúcho.

Essas reações homofóbicas chegaram às redes sociais da Deputada, que gravou um vídeo resposta muito bem elaborado, rebatendo as críticas ofensivas e ignorantes a altura, constrangendo os homofóbicos de plantão.

https://www.facebook.com/manueladavila/videos/2039798036068646/

Jean Wyllys é um parlamentar que não atua apenas defendendo a causa LGBT. Atua pelos direitos das mães e seus bebês em salas de aula, por políticas públicas no combate ao HIV, contra quem defende a tortura, pela dignidade das prostitutas, pelas minorias étnicas e religiosas, pela laicidade do Estado, enfim. Jean Wyllys atua em todas essas áreas e é reconhecido nacional e internacionalmente por isso e, para desespero dos separatistas gaúchos, o Rio Grande do Sul ainda faz parte do Brasil e todas aquelas bandeiras de luta defendidas pelo deputado afetam, igualmente, o povo do Rio Grande do Sul.

Só para exemplificar, Porto Alegre é a campeã nacional em casos de HIV e o Jean Wyllys é atua fortemente nessa área, o que desconstrói qualquer argumento de que o parlamentar “não fez nada pelo Rio Grande do Sul” para receber a “Medalha do Mérito Farroupilha”.

Jean Wyllys merece todo nosso apoio, não apenas como parlamentar, mas como ser humano. Sofreu preconceito por ter sido pobre. Sofreu preconceito por ser nordestino. Sofreu preconceito por ser negro. Sofre preconceito por ser gay. Sofre por ser defensor dos Direitos Humanos.

O ódio que as pessoas possuem pelo Jean Wyllys é injustificável por vários aspectos. Existem outros parlamentares que atuam também na defesa dos direitos humanos e não suportam nem 1% dessa intolerância. A únicas explicações possíveis para essa perseguição são, sem qualquer margem para dúvida: racismo, preconceito, homofobia e, evidentemente, burrice mesmo, patrocinados pelos fundamentalistas religiosos e bolsominions que, graças a sua capilaridade, propagam inúmeras mentiras através de notícias falsas, memes de internet e etc., fazendo com que alguns incautos acreditem nessas bobagens criminosas.

Como diria o Gabriel, só há um jeito para essa gente: uma espécie lavagem cerebral.

E olhe lá.

Ao contrário do que você pensa, o principal problema do Brasil não é a corrupção.

fora-dilma3“Lava-Jato”, “Garotinho”, “Sérgio Cabral”, “Sérgio Moro”, “República do Paraná” e etc.

Todo mundo que acompanha a grande imprensa conhece esses nomes na ponta da língua, dando a sensação que a corrupção é o grande mal que paira sobre o país.

Mas na verdade, se a corrupção não deixa de ser um problema, ela não é o maior de todos. Existem outros desvios que causam um prejuízo ainda maior as contas públicas do Brasil, mas que são totalmente esquecidos pela grande mídia.

Vamos aos dados:

CORRUPÇÃO

De acordo com dados da insuspeita FIESP, estima-se que no Brasil a corrupção consuma, aproximadamente, cerca de 70 bilhões por ano dos cofres públicos, em valores de 2013, em todas as esferas de poder.

http://www.cartacapital.com.br/economia/sonegacao-de-impostos-e-sete-vezes-maior-que-a-corrupcao-9109.html

Veja bem, 70 bilhões.

SONEGAÇÃO FISCAL

Reportagem da BBC apont que o Brasil deixa de arrecadar, aproximadamente, R$ 500 bilhões por ano por conta da sonegação fiscal.

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/04/150415_brasil_zelotes_evade_fd

 

ISENÇÕES FISCAIS

Reportagem do Jornal do Comércio aponta que as 71 mil pessoas mais ricas do Brasil somaram quase R$ 196 bilhões isentos de IR. A maior parte (R$ 160 bilhões) tem origem em declarações de recebedores de lucros e dividendos.

http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/economia/nacional/noticia/2016/01/10/pais-deixa-de-arrecadar-r-196-bilhoes-com-isencoes-de-tributos-aos-mais-ricos-216052.php

Veja bem: só em “Bolsa-Riquinho”, o Brasil deixou de arrecadar o equivalente à previsão de déficit do orçamento deste ano, cerca de R$ 180 bilhões, incluindo aí a conta do golpe, já que a previsão de déficit original era de R$ 80 bilhões.
JUROS DA DÍVIDA PÚBLICA

Só em 2015, o pagamento de juros e amortização dívida pública alcançou a marca de R$ 962.210.391.323,00. Ou seja, quase R$ 1 TRILHÃO DE REAIS para sustentar agiotagem do mercado financeiro.

Veja abaixo.

EXPLICAÇÃO SOBRE O GRÁFICO DO ORÇAMENTO ELABORADO PELA AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA

CONCLUSÃO

Aqui poderia incluir o famoso “Bolsa Dondoca”, que é o valor pago à filhas solteiras de funcionários públicos, que consomem cerca de R$ 4 bilhões por ano dos cofres públicos, além de outros gastos bilionários com a Rede Globo e outros veículos da grande mídia.

Mas vamos aos números frios: são quase 2 TRILHÕES anuais no ralo com isenções fiscais, sonegação, juros da dívida pública e etc, sendo que a corrupção leva “apenas” 70 Bilhões.

E por qual motivo a corrupção é amplamente divulgada, propagada, noticiada, crucificada, enquanto um prejuízo infinitamente superior a qualquer roubalheira não merece espaço e críticas na grande imprensa?

Por qual motivo não se questiona esse gasto monstruoso para sustentar algumas famílias bilionárias neste país, enquanto que  somos martelados diariamente com justificativas para cortes em saúde, previdência, bolsa-família e etc, nos quais os valores não chegam nem perto do valor pago com juros da dívida?

A resposta está na própria pergunta.

Após um ano, nada aconteceu com os militantes do PSOL/Juntos que agrediram dissidentes.

Agressão

Frame da emboscada.

É conhecido o ditado que alerta sobre como uma mentira contada diversas vezes “torna-se” uma verdade. A postagem de hoje refere-se diretamente a tal ditado. No dia 01/08/2016, houve a (des) comemoração de um ano de uma das postagens mais visualizadas do Sul21 em 2015: a que relata a emboscada que militantes do PSOL articularam contra dissidentes do partido na madrugada de 31 de julho para 01 de agosto do ano passado. Da mentira que tornou-se verdade para alguns: de um lado, agressores recebendo promoção e troféu por parte do partido; de outro, o apontar de dedos e culpabilização das vítimas por parte deste mesmo partido.

Relembre aqui: http://blogdothales.sul21.com.br/2015/08/imagens-mostram-integrantes-do-psol-agredindo-dissidentes-do-partido-na-saida-de-festa-no-dce-da-ufrgs/

Assim que fiz a publicação sobre a emboscada no em 2015, recebi várias mensagens relatando práticas semelhantes em outros Estados do Brasil, bem como de mulheres que, após o fato ocorrido, decidiram romper com o Juntos e relataram diversas situações de machismo nesse grupo.

Em meio a revelações sobre as manobras e práticas sujas de Eduardo Cunha, me pergunto como um partido que, inclusive tenho certa admiração por algumas figuras, pode admitir a reprodução de velhas práticas da direita golpista?

Como acusar o Pedro Paulo, candidato à Prefeitura do Rio de Janeiro pelo PMDB no Rio de Janeiro, de ter agredido sua esposa, sendo que nas instâncias partidárias do PSOL, estes agressores continuam circulan livres, leves e soltos?

O que aconteceu depois da emboscada?

Em agosto, houve a emboscada e sua denúncia. Após isso, os militantes do Barricadas (organização que sofreu a agressão do PSOL) foram obrigados a seguir compartilhando os mesmos ambientes que seus agressores: na PUCRS, na UFRGS e nos demais espaços de atuação.

Luciana Genro - marcado

Agressores na presença da líder nas pesquisas em Porto Alegre, Luciana Genro. Direitos Humanos?

Logo no mês de agosto, é válido lembrar que o DCE da UFRGS (que tinha membros diretamente ligados à emboscada, como G.F e R.A) não fez nada frente o ocorrido. A gestão, composta por cinco organizações políticas (Juntos/PSOL, Vamos à Luta/PSOL, Contestação/PSOL, Alicerce/PSOL e Primavera/PSTU) não tomou sequer um posicionamento de expulsão, ou, minimamente, afastamento – pelo contrário: seguindo o exemplo da nota vexatória do Juntos sobre os acontecimentos, ainda culpabilizaram as vítimas pela denúncia feita. A vereadora Fernanda Melchionna, Juntos/PSOL, que ainda preside a coordenação de Direitos Humanos da Câmara, sequer foi capaz de responder sobre as ações fascistas que membros de sua corrente, MES, protagonizaram, o que faz-me pensar sobre o quão parcial é o discurso de direitos humanos para os lados do PSOL.

Ceia de premiação por parte do PSOL

Anistia internacional - marcado

G.F no Rio de Janeiro. Premiado por agressão?

À mesma época, começou a “cerimônia” de premiação dos militantes envolvidos na emboscada. G.F (aquele que nos prints dizia que sequer estava no DCE na hora da briga e que na hora da emboscada ele só chegou para ajudar – dando um chute na cabeça de Alexandre que já estava jogado ao chão) foi promovido para militar no Rio de Janeiro, cidade mais importante para o PSOL na disputa das eleições.

Na PUCRS, T.L, que permanece na assessoria da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, fazendo falas pelo PSOL e pelo Juntos em espaços como Conselhos de Entidades de Base (CEBs). Na UFRGS, em meio a processo eleitoral de DCE, R.A sempre esteve próximo à Angel Duran, uma das militantes do Barricadas que também sofreu a emboscada que ele participou. E, curiosamente, nessa mesma dinâmica, ele seguia sempre escoltado por outras mulheres, como uma hoje pré-candidata a vereadora pelo PSOL/Juntos com o eixo na luta das mulheres.

Um tanto contraditório.

Natal marcadoSeguindo o Facebook de Melchionna, enquanto vereadora e presidente da Comissão de Direitos Humanos, mais um choque: no Natal, dirigentes do MES (corrente do PSOL que o Juntos faz parte), dentre eles Bernardo Correa, Fernanda Melchionna e Rodolfo Mohr, “ceando” com os agressores R.A e F.B.

E até então nenhuma resposta da tal instaurada Comissão de Ética do PSOL frente os ocorridos – não houve expulsão dos filiados, não houve afastamento, não houve nada além da ceia de natal com a direção do MES – mesma direção que também nunca pronunciou-se sobre uma grave agressão por divergências políticas.

Agressores e apoiadores do fascismo de um lado, vítimas de outro

No início do ano, mais uma vez, agredidos e agressores são colocados no mesmo recinto: nas assembleias do Bloco de Lutas pelo Transporte Público de Porto Alegre lá estavam lá como se nada tivesse acontecido. Além de estarem também G.M. (que lançou um extintor de incêndio nas mulheres do Barricadas) e demais militantes que também as agrediram no momento de denúncia na fatídica festa do DCE no ano passado.

Em abril, as eleições para o DCE da PUCRS definiram mais um momento bizarro àqueles que dizem-se ser os que levantam a bandeira dos direitos humanos. Na chapa do PSOL/PCR na PUCRS lá estava um dos agressores como candidato..

Mesmo com todas as denúncias feitas pela oposição, ainda se propagava a mentira que queria ser verdade: “que emboscada?”

O PSOL, que nasceu para ser diferente, adota as mesmas práticas nas quais criticam.

Se acobertam “simples” agressores em suas fileiras, o que será que irão fazer quando assumirem o poder e ocorrer algum desvio de conduta com dinheiro público?

Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço.

É PSOL. Quem te viu quem te vê.